sexta-feira, 4 de março de 2005

Um dos meus tempos preferidos, o CFR. Daquilo lá eu nunca esqueço.

IV - Eu sou da nobre arma do coturno e do fuzil...
(Elfo)

Capítulo à parte no terceiro ano. Para quem participou, o CFR barra zero zero fez história. História não só no colégio, mas em cada um dos trinta e tantos combatentes.

Foi dureza. Tempo de pagar flexões e de correr atrás do capitão que não se cansava nunca. De trocar de roupa e almoçar em menos de vinte minutos. De passar frio - e muito frio - na serra e comer o sopão no desespero da fome. De ouvir palavras duras do sargento que queria soldados, não alunos.

Mas frutificou. Limites foram superados e caráteres foram moldados. De um bando de moleques mimados, nasceram guerreiros.

No fim, uma apresentação memorável, com direito a tiros de festim, música de fundo e rapel do sargento, que nos quis fazer uma homenagem.

* * *

- Eu só tenho a agradecer a vocês. Esta foi a melhor tropa que eu já comandei na minha vida.

A gente é que agradece, sargento. Soldados bons refletem comandantes melhores. E a Máfia ainda deve uma noite de videogame para o senhor.