segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Ponto de ônibus - Ultraje A Rigor
(Trasgo)



Ônibus - não! Ônibus - não! Ônibus - não! Ônibus - não!

Quê que eu 'tô fazendo aqui, nesse ponto de ônibus;
Essas pessoas paradas aqui, nesse ponto de ônibus;

Quando eu tiver dinheiro, Quando eu tiver dinheiro,
eu prometo a mim mesmo que eu só vou andar de taxi

Ainda se o tempo não tivesse mudado, Ainda se o ônibus tivesse parado
e esse cara, aqui do meu lado, Fica me olhando com cara de tarado

Quando eu tiver dinheiro, Quando eu tiver dinheiro,
eu prometo a mim mesmo que eu só vou andar de taxi

O motorista não foi nada educado, Passou na poça e me deixou encharcado
Parou à frente, super-lotado, E o cobrador que nunca tem trocado

Quando eu tiver dinheiro, Quando eu tiver dinheiro,
eu prometo a mim mesmo que eu só vou andar de taxi

Quê que eu 'tô fazendo aqui, Por que eu? Por que eu?



Estava eu indo para a casa da Val ontem, quando eu vi ao longe o ônibus que para na frente da casa dela parado... Saí correndo, desembestado, como se o próprio 7 Capa tivesse atrás de mim com um chicote.

E, enquanto corria me lembrei de uma das leis de Murphy que diz que a Probabilidade de um ônibus sair é igual ao seu esforço na corrida. Há um adendo que ainda diz que, se a sua vontade for mais forte, e você conseguir alcançar o veículo e entrar dentro dele, será o ônibus errado.

Dito e Feito.

Depois da corridinha, sentei dentro do ônibus, liguei a OST do Yu Yu Hakusho no Discman, peguei o Mangá do Yu Yu Hakusho para ler, e esqueci do mundo. Quando levantei a cabeça novamente, percebi que estava em um lugar totalmente diferente.

Não sei se foi por instinto, cagaço ou apenas trasguice, mas assim que eu percebi eu saltei do ônibus. Acabei parando em frente do Parque São Lourenço... A minha sorte, foi que eu já tinha andado por aqueles lados (certa vez fomos em um Anime Encontro no Colégio Marista, lembram-se?) e consegui achar o velho e bom Interbairros II.

E foi o suficiente de Aventura pra um domingo.