Ditados Gaúchos
(Trasgo)
Más afiada que língua de sogra.
Más angustiado que barata de ponta-cabeça.
Más nervoso que potro com mosca no ouvido
Más apertado que bombacha de fresco.
Más apressado que cavalo de carteiro.
Más arisco do que china que não quer dar.
Assanhado como solteirona em festa de casamento.
Más assustado que véia em canoa
Más atirado que alpargata em cancha de bocha.
Más baixo que umbigo de cobra.
De boca aberta que nem burro que comeu urtiga.
Bonita que nem laranja de amostra.
Cara amarrada como pacote de despacho.
Más caro que argentina nova na zona.
Más chato que chinelo de gordo.
Cheio como penico em dia de baile.
Cheio como barril de chopp em festa de crente.
Cheio como mala de contrabandista.
Más cheiroso que cangote de noiva.
Más comprido que esperança de pobre.
Más conhecido do que parteira de campanha.
Mas contrariado que gato a cabresto.
Coxuda como leitoa no engorde.
Más curto que coice de porco.
Más difícil que nadar de poncho e dormir de espora sem rasgar lençol.
Engraxado que nem telefone de açougueiro.
Más enrolada que lingüiça de venda .
Faceiro como mosca em tampa de xarope.
Faceiro que guri de bombacha nova.
Más feio que briga de foice no escuro.
Más feio que paraguaio baleado.
Feliz como puta em dia de pagamento de quartel .
Firme que nem palanque em banhado.
Firme que nem prego em polenta.
Firme como beliscão de ganso.
Más por fora que surdo em bingo.
Más por fora que cotovelo de caminhoneiro.
Más informado que gerente de funerária.
Más ligado que rádio de preso
Más metido que dedo em nariz de piá.
Quieto no Canto como guri cagado...
Más pesado que sono de surdo.
Quente como frigideira sem cabo.
Tradicional como embalagem de Maisena.
Tradicional como fórmula de Minâncora.
quinta-feira, 14 de julho de 2005
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